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A história da ‘Teoria Cosmológica Espacial’ contada em fotos.

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Os primeiros experimentos foram realizados em Campinas-SP, em um apto. batizado de QG1 (Quartel General nº 1). Na foto, três garrafões de 20 litros para água mineral, sendo um de vidro com água marinha e dois de poliuretano – um com água de torneira e sal de cozinha (na mesma proporção de salinidade do mar). O terceiro apenas com água de torneira. Neles foi monitorado, com auxílio de buretas graduadas, a variação da “‘densidade” dos líquidos. Assim, pôde-se comparar o comportamento das ‘soluções iônicas’ (marinha e com sal), com o da água doce (torneira). Anotações manuais em folhas de papel.

(QG1-Cps-1985)

Com uma cinta milimetrada de precisão, se conferia a estabilidade do recipiente de vidro, quanto a possíveis dilatações por variação de temperatura, que pudesse alterar ou mascarar o volume da massa líquida no seu interior. Vê-se também, um termômetro digital profissional, cujo o termopar ficou dentro do tubo fino em contato com a solução. Todas as anotações eram feitas sistematicamente a cada disparo da sineta de uma minuteria mecânica (parecida com um relógio despertador)..

(QG1-Cps-1985)

Um recipiente com 20 litro de solução iônica e corante amarelo, foi preparado para servir de referência para outro experimento importante: consistiu de 4 garrafas de 150ml da mesma solução, com pipetas de 1ml acopladas aos bocais. Uma apontada para o Leste, outra Oeste (horizontal), uma para o Norte e a outra para o Sul (vertical). Foi feito leituras sistemáticas durante 30 dias. Paralelamente, foi monitoradas outras 4 garrafinhas idênticas e todas com mangueirinhas na vertical; apenas para referência.

(QG1-Cps-1986)

O importantíssimo experimento com os bois balões de vidro: um virado com boca para cima e o outro para baixo. Esse experimento foi capaz de por em “xeque” a ilusória força de “atração” gravitacional de outros astros sobre a Terra, principalmente a da Lua ( Exp. 01 e 011).

O mais intrigante é que não consta, em nenhum livro científico, um experimento igual ou semelhante a este… Sorte?!

(QG1-Cps-1986)

Túlio em seu 1º reduto em Belo Horizonte, passava grande parte do tempo lendo, pesquisando e analisando o que já havia sido feito no passado por outros cientistas, que fosse responsável pelos conceitos científicos que ainda temos hoje, que não batiam com as nossas novas interpretações. Esse lugar foi batizado de “Quartel General nº 2” (QG2-BH)..

(QG2-BH-1986)

Plínio preparando novos procedimentos (setup’s) para poder refazer alguns experimentos realizados no passado por antecessores. Porém, desta vez, levando em conta a existência do ‘Espaço’ como um “fluido energético” que a tudo permeia. Desta forma, confirmar os equívocos de interpretação.

(QG2-BH-1986)

Diante da falta de recursos técnicos e/ou financeiros e, saber que não podíamos refazer os experimentos do passado de forma diferente, recorremos a um equipado laboratório de física na cidade, onde encontramos réplicas perfeitas dos originais. Todo esse material foi trazido da Alemanha por um padre diretor do Colégio Arnaldo em Belo Horizonte.

(C.A.-BH-1986)

Entre outros experimentos importantes, analisamos os movimentos de pêndulos nas experiências de Joule e Foucault. Até uma Balança de torção similar a usada por Cavendich, onde ele extraiu o valor de uma “constante”, que foi incorporada por Isaac Newton em sua fórmula da gravitação universal.

(C.A.-BH-1986)

As monitorações sistemáticas com anotações manuais de hora em hora, além de envolver pessoas (esposa, filhos, secretárias etc.), eram muito cansativas, principalmente durante as noites. Então, Plínio projetou e deu início à construção de uma “estação gravimétrica computadorizada”, capaz de realizar e registrar as leituras automaticamente. Na foto, construção e testes dos circuitos eletrônicos que compuseram o 1º ‘Hidrogravímetro experimental’.

(QG1-Cps-1986)

Uma vista parcial do primeiro protótipo do ‘Hidrogravímetro’ já em funcionamento. Ele além de fazer as leituras do Nível de dilatação da ‘massa teste’, como também, imprimia numa pequena impressora os dados com data e hora. Foi usado sucatas de impressoras matriciais de 132 colunas. As operações eram controladas por uma interface a base de um microprocessador Z80 (8bit’s). O programa (software) foi desenvolvido totalmente em ‘assembler’ (linguagem de máquina).

(QG1-Cps-1986)

Aqui, outra vista parcial do 1º protótipo do “Hidrogravímetro Experimental”, como foi batizado. Uma pequena impressora de 20 colunas (inicialmente), só registrava data, hora e nível de dilatação da massa líquida de 30 em 30 min. Neste modelo, os dados ainda eram perdidos, caso não forem impressos, e, sua memória virtual só armazenava dados de 24 horas corridas.

(QG1-Cps-1986)

Outro experimento importante, consistiu em monitorar as variações (simultâneas) de 3 soluções líquidas distintas, alojadas em tanques de igual valor volumétrico (20,3 litros), sendo um com água destilada (H2O), outro com água+sódio (H2O+Na) e o terceiro com água+cloro (H2O+Cl). O objetivo era saber se existe algum “vilão” nas águas marítimas, responsável pelas dilatações (as marés).

(QG1Cps-1986)

Finalmente o “Hidrogravímetro” ficou pronto em sua aparência definitiva. Foi montado à partir de um raque de som com porta de blindex fumê. Fechado faz lembrar um “púlpito”… Mas, bonito!

Para concluí-lo, Plínio precisou conseguir uma licença médica no trabalho em SP, e se refugiar em Brasília na casa de sua mãe.

(QG3-DF-1987)

Vista traseira do ‘Hidrogravímetro’, onde ficaram alojados os circuitos eletrônicos analógicos e digitais, como as interfaces de controle, um microcomputador de 8 bit’s, conversor A/D e fontes de alimentações isoladas entre si… Uma “parafernália” de componentes! Essa versão, transferia automaticamente, os dados de 24 horas de leituras para um computador externo (Apple II), via porta serial e que gravava-os em disquetes!

(QG3-DF-1987)

Vista do mecanismo de busca do ‘Nível’; carro móvel com um sensor capacitivo. Vista da bureta graduada especial, e do mecanismo de impressão. Aqui, já com uma impressora de 40 colunas para conter as 10 variáveis fornecidas de 30/30 minutos; data, hora, nível, dif. potencial, temperaturas(5) e pressão atmosférica.

(QG1-Cps-1987)

Vista da 1ª localização da ‘Estação Gravimétrica’ completa, que dividia a sala de visitas do apartamento em Campinas – SP, onde Plínio morava com sua família (mulher e dois filhos). Na foto, pode ser visto uma impressora matricial de 132 colunas, um TRS-80, um Apple II, dois driver’s de 5.1/4″… E ao fundo, o ‘Hidrogravímetro’, sempre com um caderno pautado para as ‘aferições de controle’ sobre ele.

(QG1-Cps-1988)

Vista oposta à anterior, tendo agora o ‘Hidrogravímetro em primeiro plano. A ‘Estação’ ficou nessa localização por quase 3 anos (03/1987 a 07/1989). Depois foi transferida para um endereço comercial, onde Plinio e seus colaboradores pudessem aferir as leituras/dados, e acompanhar o funcionamento automático. Esse conjunto experimental funcionou até 02/ 1996, e gerou mais de 2.000.000 de variáveis. (disponíveis no Volume VII – ‘Banco de Dados’ ).

(QG1-Cps-1988)

Fixados a uma parede, gráficos impressos de mêses completos das leituras gravimétricas, apresentando os dados de hora em hora. Foi acrescentado manualmente nesses gráficos a distância variável da Lua em relação a Terra. Desta forma foi possível visualizar melhor o comportamento gravimétrico, junto com os fatores termodinâmicos, eletrostáticos, ambientais e planetários (posição dos astros do sistema solar).

(QG1-Cps-1989)

Quando foi iniciado a construção da referida ‘Estação’, o microcomputador mais avançado que existia na época era o APPLE II (1985). Com isso, o ‘gravímetro’ foi acoplado a um deles por comunicação ‘serial'(RS232). +-80% dos dados foram gravados em discos flexíveis de 5 1/4″, 94% impressos em bobinas de papel para 40 colunas, e 6% perdidos por razões diversas. Um esforço incalculável foi a recuperação, e transferência desse ‘Banco de Dados’ original para um microcomputador da linha IBM-PC…

(QG3-DF-2000)

Vista do acervo de disquetes de 5.1/4″ (de uma só face), mas usamos os dois lados com gravações de programas e os ‘Dados Gravimétricos’. O perigo desses discos é a vulnerabilidade para perder as informações neles gravadas magneticamente – como ficaram alguns anos guardados, muitos dados foram perdidos… Restando, apenas, as impressões nas tiras de papel que ficaram a maior parte dos Dados “salvas”…Ainda bem!

(QG3-DF-2000)

De sorte, a maioria dos dados gravimétricos foram impressos em bobinas de papel, depois cortadas em tiras, coladas em folhas A4 e arquivadas em pastas AZ. Quando não se conseguiu recuperar dados de alguns discos flexíveis, a única alternativa foi a digitação via teclado. Cada 24 horas de leituras reúnem 1635 caracteres numéricos… Foram dezenas de horas digitando manualmente.

G1-Cps-1998 a 2000) e (QG3-UDI-2001 a 2002)

A quantidade de informações, de diversos tipos e fontes, foram frutos de pesquisas, experimentos, manuscritos, revistas, jornais… Estão sempre requerendo uma catalogação adequada… Assim, outra tarefa complicada foi separar os principais artigos do desenvolvimento teórico deste acervo, que reeditados passassem a fazer parte do Tratado do Espaço Energia. Entre folhas avulsas e cadernos pautados, foram separados cerca de 800 artigos (manuscritos) relacionados com o ‘Espaço’ (com ‘E’ maiúsculo), para embasar a ‘Teoria Cosmológica Espacial’ (TCE).

(QG4-Udi-2003)

Não bastou só o vasto tempo para concluir a transferência para micro PC e a digitação do ‘Banco de dados’; convinha garantir sua integridade. A forma mais conveniente de revisá-los foi gerando gráficos através de planilhas eletrônicas… Saíram mais de 350. Valeu a pena, pois foi possível eliminar os “erros” de digitação, de ‘Sample Hold’ nas leituras automáticas, de transferências de dados, de gravação… etc.

Esse trabalho só foi conseguido graças ao empenho e dedicação de colaboradores (pagos ou não).

(QG4-Udi-2003 e 2004)

Outros colaboradores contratados também ajudaram na digitação do ‘BD’ e dos textos do desenvolvimento, à partir de cadernos e folhas avulsas dos manuscritos. As expressões matemáticas (fórmulas e equações) exigiram mais cuidados e supervisão; ainda estão em revisão.

A maior parte do ‘Banco de Dados’ pode ser encontrada no Volume VII, e os textos do desenvolvimento teórico nos Volumes IV, V e VI do Tratado.

(QG1-Cps-1985 a 1999 e QG4-Udi-2003 a 2005)

Todos os desenhos ilustrativos da TCE foram elaborados de forma amadora (ainda) pelo Plínio César, utilizando apenas editores populares. A seu encargo ficaram, também, as revisões e formatações de textos e expressões matemáticas, preparação e execução dos experimentos, aquisição dos materiais e recursos financeiros, além da coordenação geral.

Atualmente Plínio César trabalha na revisão geral da TCE nos portais da internet nos idiomas português (www.teoriaespacial.com.br) e em inglês (www.spatialtheory.com). E elabora os artigos de ‘abrangências’ para publicação em revistas científicas especializadas (internacionais e internacionais)… Meta para ser alcançada até final de 2016.

(QG3-Udi-2005)

Montagem das 12 pastas que compõem os 7 volumes do Tratado, durante a 3ª revisão geral da edição para registro na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro – foram impressas mais de 1.850 folhas de documentos, entre artigos, gráficos e o banco de dados gravimétricos… O resultado de 25 anos de trabalho começava tomar a forma definitiva.

(QG4-Udi-2005)

Vista de um ‘menisconegativo() dentro do tubo de vidro. O menisco superior é provocado pela pressão atmosférica. Já o inferior é causado pelo ‘Vetor Gravitacional’ (VG-) com resultante na direção do centro da Terra; formando uma curvatura “convexa”. Os ‘meniscos’ ocorrem entre um fluido leve que isola a pressão atmosférica e a ‘solução iônica’.

(QG3-DF-2003)

Vista de um ‘menisco’ positivo (+), ou seja, o ‘fluxo gravitacional espacial’ é mais forte do centro para a periferia da Terra, onde está o gravímetro. O (VG+) provoca uma forma “côncava” entre as soluções. Nesta condição, maior é a evaporação das águas doces e salgadas, maior dilatação e dificilmente chove. São nesses momentos que podem ocorrer os terremotos ou maremotos.

(QG3-DF-2003)

Vista de um ‘menisco’ neutro(0), ou seja, a quantidade do ‘Espaço’ que penetra na Terra é igual à quantidade que sai… O resultando é um ‘fluxo’ em equilíbrio e a ‘forma meniscal’ é “reta”. Nesses momentos podem ocorrer chuvas. E acreditamos ser o momento ideal para cirurgias complexas em hospitais e outros eventos importantes, sensíveis à gravidade.

(QG3-DF-2003)

Túlio (mais alto) e Plínio, uma amizade de muitas décadas, séculos, milênios… Quem sabe? Mas, Túlio colaborou com dedicação exclusiva do ano de 1985 a 1987, onde ficou concentrado na parte matemática do desenvolvimento teórico da TCE. Infelizmente não mais participou ativamente do Tratado nos anos seguintes… Veja os “Propósitos deste trabalho”, e colabore como puder! Gratos pela sua atenção!

(QG2-BH-2001)

*FIM*

... De uma olhada no “Guia de Leitura”, vale a pena!!