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CST - Cosmologic Spatial Theory
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– Todo universo pode ser explicado por teorias cosmológicas?

R: Não! A nossa percepção sensorial é um espectro muito estreito ainda. Elas podem apenas introduzir novos conceitos que “apontam” formas diferentes de interpretarmos o universo.

– Pela Teoria Espacial qual é a explicação para a distribuição homogênea da matéria no Universo?

R: Não é tão homogêneo assim como pensam muitos acadêmicos, apesar da formação da matéria acontecer sempre da mesma forma, e em qualquer lugar; – basta existir o ‘Espaço’ puro (E maiúsculo) e um movimento associado a ele… Assim, inicia-se naturalmente a formação dos elementos de matéria mais simples (partículas elementares), e posteriormente, a consolidação de novos elementos de matéria através da ressonância e entropia, como o Hidrogênio e o Hélio.

Todo o processo da transformação do ‘Espaço’ em matéria é demonstrado nos artigos dos volumes IV, V e VI do Tratado, e de forma sucinta nos artigos complementares dos fundamentos 2 e 5 através do Ciclo Dinâmico Universal (CDU), e textos da “Trilogia”.

* Veja o conceito de ‘Espaço’ da TCE

– Existe de fato uma Radiação Cósmica de Fundo (RCF)?
– E por que ela contribui para provar a teoria do Big Bang?

R: Sim, mas nada tem a ver com uma suposta explosão inicial que tenha dado origem a todo este gigantesco Universo. Se a RCF fossem de fato “ecos” de uma grande explosão, significaria que o Universo é finito e bem pequeno, pois a frequência captada é muito alta, para uma ‘reflexão’ rápida para as dimensões quase infinitas da extensão hoje do universo. E outros tantos fatos que impedem esta interpretação, como a inexistência de um grande vazio no centro dessa suposta explosão, já que afirmam que tudo está se afastando de um ponto comum.

Existem duas realidades atualmente: uma “antes” do Telescópio Espacial Hubble e a outra “depois”. E, não adianta mais ignorarem esta verdade, pois vem mostrando claramente a quantidade, diversidade e a dimensão cósmica, e que existem Galáxias indo, outras voltando… Umas aumentando, outras diminuindo… Umas expandindo espiraladamente, outras retraindo espiraladamente, e o mais importante: a provável existência dos Buracos negros e Brancos onde ocorre a “reciclagem” de matéria/energia, devolvendo o ‘Espaço’ nela condensado.

– Se o ‘Calor’ é um tipo de Espaço em uma determinada vibração, qual será a temperatura de um espaço-volume totalmente vazio de tudo, inclusive do próprio ‘Espaço’ ?

R: A ausência de tudo, inclusive do ‘Espaço’, na TE é chamada de “o Nada” (Vácuo espacial absoluto), Não havendo ‘Espaço’ não há movimento, não havendo movimento não há energia… Então, este fenômeno é o que representa o verdadeiro Zero grau absoluto (0ºC ou -273°K)

– Como foi possível comprovar a existência de um Espaço que ocupa um espaço-volume qualquer?

R: Primeiramente observando o fenômeno das marés oceânicas, que acontecem duas vezes por dia, sendo que a Lua só passa uma vez a cada 23h45m… Daí veio a pergunta: – Se as marés é resultado de uma “atração gravitacional” da Lua, como poderia haver duas marés por dia, ou seja, uma alta a cada 12 horas, e não uma só quando ela passa ?

Depois, com um experimento muito simples (Volume III – Exp. 01 e 08), constatamos que a Lua não exerce ‘força de atração’ sobre a Terra. Então, veio outra pergunta: – O que faz as águas subirem dos dois lados da Terra ao mesmo tempo?

Construímos um simulador de marés em laboratório, e passamos a observar o comportamento da água salgada dentro de um tanque durante 11 anos. E o que se pode constatar foi que: a gravidade entre Terra, Lua e Sol é um ‘Fluxo espacial’ que atravessa a Terra de lado a lado, e as moléculas das águas dos mares, retêm este ‘Espaço’ em seus orbitais eletrônicos, provocando um aumento significativo de volume, assim como a diminuição proporcional da ‘densidade’ das águas.

– Sendo o ‘Espaço’ uma espécie de “matéria prima” do Universo, como ele passou tanto tempo despercebido?

R: Não é tão despercebido assim… É que o ‘Espaço’ é conhecido com outros nomes, como: ‘vento solar’, ‘matéria escura’, ‘espaço intergaláctico’, ‘energia quântica’, ‘energia do vácuo’, ‘espaço-tempo curvo’ e outros, sem se darem conta de que se trata do mesmo conteúdo cósmico.

O fato agora é a nossa proposta de padronização do nome ‘Espaço’ (com E maiúsculo), já que muitos não gostam do nome “Éter”.

– Porque geralmente os cometas têm uma ‘cauda luminosa’ quando estão nas proximidades do Sol, e a Terra, apesar de possuir uma atmosfera ionizável como a de um cometa, não há cauda?

R: Isso ocorre porque o ‘cone de sombra’ do cometa transforma-se em energia acima de um valor de velocidade, que só é atingível a partir de certa distância do Sol.

– É verdade que na Terra, corpos mais densos caiem mais devagar que outros menos densos?

R: Sim, no vácuo isto realmente ocorre, conforme mostraram experiências recentes; eliminando o atrito do ar em tubos com vácuo, objetos mais pesados caem mais devagar em queda livre. Isso acontece por causa da interação de ‘fluxo de Imagens’ (ver conceito de ‘Imagem’) entre o corpo e a superfície da Terra, pois, a densidade da ‘Imagem’ é proporcional à “massa” (quantidade de inércia) do corpo em queda.

– Existe alguma prova que a força gravitacional nem sempre é atrativa?

R: Várias! Exemplos: A Terra e os outros planetas estão se afastando do Sol, assim como a Lua se afasta da Terra; os corpos celestes também estão se afastando uns dos outros;

Se abaixarmos a temperatura de um corpo próximo do Zero absoluto, ( 273,16 °C ), os elétrons se colariam nos prótons, e não mais se soltariam, pois segundo a fórmula , se ‘d’ tende a Zero, a força tende ao infinito;

Na verdade, a “força” está diretamente ligada à ‘densidade’ energética e principalmente da ‘temperatura’ das ‘Imagens’ dos corpos; (ver conceito de ‘Imagem’ na TCE)

– Porque a Luz se propaga sob a forma de ondas?

R: Porque a Luz é uma vibração do próprio ‘Espaço’, e toda vibração tem o comportamento ondulatório.
Como o espectro luminoso se propaga com uma vibração muito “tênue”, e tende a propagar-se em linha reta, ele se assemelha a uma partícula ou corpúsculo.

Nota: Na TCE cada tipo de energia tem uma freqüência própria, por ser uma vibração, giro ou espiral de ‘Espaço’.

– Quando mergulhamos um corpo em um líquido, surge um ‘empuxo’ de baixo para cima, e porque não de cima para baixo?

R: O ‘empuxo’ é um fenômeno causado pelo movimento das moléculas jogando-se uma contra as outras, com uma resultante dirigida para o centro de simetria, ou ‘centro de gravidade’.

– Como se processa a ‘polarização’ de uma partícula?

R: Se o nascimento de uma partícula começa com o “giro” de uma ‘unidade de Espaço’; à medida que aumenta a rotação, começa a transformar o ‘Espaço’ em ‘Imagens’. Mas, devido à rotação, essas ‘Imagens’ se propagam espiraladamente. A cada ‘giro’ surge uma espiral a sua volta; ‘n’ giros ‘n’ espirais’. E o referencial de polarização depende do sentido do ‘giro’:
(+)=>, <=(-) e <=(0)=> por convenção.

Quando a partícula gira da esquerda para a direita, o fluxo entra pela abertura da espiral, e cresce aproximadamente 1832 vezes a mais, do que quando ele gira da direita para esquerda, ou seja, contra a abertura da espiral.

O importante é saber que quando a espiral está se abrindo, acontece maior captação de ‘Espaço’, e quando a espiral esta se fechando ocorre evasão de uma parte do ‘Espaço’, e outra se concentra no centro de rotação.

– Se unirmos essas duas espirais, o produto final será o ‘neutro’ ?

R: Sim, se as duas espirais forem iguais em tamanho, volume e etc., mas se os giros forem exatamente iguais, e de sentidos contrários de rotação, então ocorre o aniquilamento das duas espirais, fornecendo um volume de ‘Espaço’ exatamente igual ao volume absorvido antes, e libera uma energia que é igual a ½ mv² a velocidades inferiores a da luz, e m.c² nas velocidades próximas a da Luz. Porém, existe um valor de velocidade onde essas duas energias são exatamente iguais, isto é: ½ mv² = mc² → Então, essa velocidade é:
V² = 2C², ou seja: V = C raiz de 2

E, para C = 299.890 km/seg → V = 423.971,3 km/seg , que seria a velocidade exigida para se transformar energia em matéria.

A velocidade obtida pelo cálculo é superior a da Luz… Então, existe uma incoerência em uma das fórmulas, ou nas duas, porque tem que existir uma velocidade entre Zero e ‘C’ que é o limite de transição entre as duas fórmulas.

A fórmula de Einstein realmente está incompleta, pois, se a menor massa possui a maior velocidade, e sendo o Espaço’ de menor massa, ele tem que ser mais veloz.

– Como podemos anular a gravidade na Terra?

R: Existem algumas maneiras de diminuir, mas não de anular a ‘força gravitacional’ na Terra, vejamos.

1º) Caindo em queda livre com uma aceleração igual a da gravidade da Terra. (98%)
2º) Aumentando-se a rotação da Terra. (diminuição proporcional do peso)
3º) Evitando-se a reflexão de Imagens (50%).
4º) Adicionando-se rotação ao ‘fluxo de imagens’ (70%)
5º) Gerando um “vácuo espacial” sobre o corpo que perderá o peso (90%)

– Qual é a melhor definição de massa?

R: A ‘massa’ de um corpo é a resultante da soma vetorial de todos os movimentos inseridos nesse corpo.

– O que tem a ver ‘massa’ com o ‘peso’?

R: Peso é a resultante nula de ‘Imagens’ que se transformou em uma força em direção ao centro de gravidade da Terra (no caso), E o peso é a resultante da inércia com a interação de outra massa.

– Mas, porque essa força peso é dirigida para o centro, e não para a periferia?

R: Por que embora todos os pontos na superfície estejam exercendo forças de interação, a soma vetorial dessas forças converge sempre em direção ao centro de simetria, ou seja, o ‘centro de massa’.

– Porque o peso é proporcional à massa, já que tanto a massa quanto o peso pertencem ao mesmo fenômeno?

R: A massa é a quantidade de movimentos existentes em um corpo. E o peso é interação das ‘Imagens’ em relação a outra massa, que quanto maior, maior a ‘Indução’.

– Porque a ‘força gravitacional’ é proporcional ao inverso do quadrado da distância?

R: O ‘inverso’ significa a diminuição da interação (indução) à medida que um corpo se afasta do outro, pelo aspecto convergente das ‘Imagens’ (Cone de Imagens);
E, quadrado da distância, por se tratar de ‘interação mútua’, ou seja, o fluxo de ‘Imagens’ emanado por um corpo, exerce uma ‘ação’, e recebe uma “reação”. Assim, elas percorrem o mesmo caminho duas vezes, uma na ida outra na volta.

– O que é o ‘Tempo’?

R: Existem vários tipos de ‘Tempo’; os dois principais são: O ‘Tempo’ “horário” (de relógio), que pode ser descrito como sendo ‘números fracionáveis associados’ a rotação da Terra e sua alternação do dia e da noite (claro e escuro);
E o ‘Tempo’ “relativo”, que é o ‘Espaço’ entre os referenciais em movimento cíclico ou constante. Porém o relativo só tem existência no ‘Espaço mental’ do observador.

– O que representa o ‘Nada’?

R: Ausência total de tudo, inclusive o ‘Espaço’ (E maiúsculo); E equivale a uma ‘barreira intransponível’ para a matéria, a energia e o próprio ‘Espaço’;
Podemos dizer: – O nada é sólido!

– Existe uma nova definição para a ‘matéria’?

R: Sim, matéria é uma condensação de energia através da superposição de ‘Imagens’ (I maiúsculo).

– O que é o ‘Espaço’? (com ‘E’ maiúsculo)

R:‘Espaço’ é a pré-energia fundamental e imprescindível para a formação, sustentação, movimentação e expansão de todo o Universo; a pré-energia => elemento essencial.

– De que é constituído o ‘Espaço’?

R: ‘Espaço’ tem estrutura física ‘etérea’, ou seja, sem começo e sem fim, uma espécie de “fluído sutil”. O ‘Espaço’ é uma ‘grandeza vetorial’ e ocupa o espaço-volume que é uma ‘grandeza escalar’ (pois não tem movimento); são iguais apenas em “módulo”.

– O ‘Espaço’ possui massa?

R: Sim, se o ‘Espaço’ estiver em movimento de giro ou vibração. O ‘Espaço puro’ tem “massa potencial”.

– ‘Espaço’ e ‘energia’ é a mesma coisa?

R: Praticamente sim, pois, energia é o ‘Espaço’ em “alto giro” ou em ‘vibração’.

– O que é ‘Imagem’?

R: ‘Imagem’ (com ‘I’ maiúsculo) é o retorno do ‘Espaço’ requerido pelo movimento de um conteúdo de energia estruturada ou em estruturação (matéria), irradiado para fora na “forma da estrutura” (corpo) por ‘força centrífuga’ ou vibracional, podendo ser visível ao observador na presença da ‘Luz’. A propagação da ‘Imagem’ tende à ‘convergência’, independente da presença ou não de ‘Luz’, ou seja, tende ao infinitamente pequeno (R=>0).

– Como se processa a ‘Imagem’?

R: A ‘Imagem’ se processa com a transformação do ‘Espaço’ pelo movimento. Como tudo possui rotação (giro ou espiral), o ‘Espaço’ é direcionado por ‘força centrípeta’ até atingir o ‘centro de gravidade’, depois retornando por ‘força centrífuga’ do centro para a periferia com a “forma do corpo”.

– O que é movimento, e qual a sua causa?

R: Movimento é tudo aquilo que possui ‘velocidade’ em um ‘conteúdo espacial’;
É causado principalmente por desequilíbrio de forças atuantes (‘binário de forças’), seja: térmicas, elétricas, gravitacionais, quânticas… Etc.

– O que é velocidade?

R: Velocidade é quantidade de ‘Espaço’ deslocado por unidade de Tempo.

– Qual a diferença entre ‘campo elétrico’ e ‘campo magnético’?

R: O ‘campo elétrico’ é gerado em um conjunto simétrico de “giros” (spin) do ‘Espaço’, e o magnético é o ‘campo elétrico’ associado a mais um movimento (giro ou não) perpendicular ao plano de giro do primeiro.

– O que aconteceria se lançasse um bumerangue onde não houvesse a gravidade?

R: Havendo atmosfera, o atrito iria retirando sua energia, de modo que o movimento descrito pelo bumerangue seria uma ‘espiral elíptica decrescente’. Caso não houvesse atmosfera, o bumerangue ficaria descrevendo elipses indefinidamente.

– Por que a matéria é estável?

R: Por causa do ‘vácuo espacial’ em conseqüência da altíssima movimentação das componentes atômicas, como dos elétrons principalmente. Esse “verdadeiro vazio” torna-se uma espécie de “barreira” intransponível para a energia nuclear. (o ‘Nada’ é sólido)

Por que Mercúrio, Vênus ou a Terra não criam cauda como os cometas, apesar de possuírem gases, vapor de água e poeira ao seu redor?

Respostas:

1ª) Por causa das baixas velocidades comparadas com a dos cometas. E, também pela baixa gravidade no núcleo sólido do cometa.

2ª) Todo ‘corpo negro’ tem capacidade de absorver mais energia, principalmente térmica. Próximos do Sol, a irradiação de calor (infravermelha) no ‘cone de sombra’ é suficiente para dispersar e ionizar os gases periféricos, somado a irradiações do Sol (2) sobre os cometas, principalmente dos seus raios convergentes.

NOTAS:

(1) O termo ‘conveniente’ representa o “princípio inteligente” em ação, através da “intencionalidade”; Esses novos conceitos pertencem à base fundamental da TCU (Teoria Cosmológica Universal) prestes a ser publicada.

(2) Tem pesquisadores que chamam o ‘Fluxo espacial’ do Sol de ‘Vento solar’.

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